quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Como é um pai?

             Quais são suas características? Ele é bom? É sim! – Nos ajuda sem medir esforços não é mesmo? Sempre esta ali estendendo suas mãos antes mesmo de demonstrarmos nossas reais necessidades. Ah, como é bom termos com quem contar.
            Mas a reflexão que surge é... Ele tem defeitos? Na hora que ele nos chama atenção severamente, por algo que estamos a cometer que foge dos princípios entre um filho com pai, ele esta correto em agir de tal forma, ou é ao contrario, ele tem que ser somente passivo, afinal, ele já nos deu a vida, e por agora, devemos aprender a viver pelas nossas próprias experiências, errando e aprendendo; sofrendo e chorando, chorando e chorando. Qual é a melhor opção? Como agir? Que diferenças existem entre um Pai com apenas um ser “criador?”.

            Existem muitas diferenças... Um Pai além de criador, transmite um significado que somente quem tem um Pai pode descrever. E por assim, certamente quem busca do fundo de seu coração a Deus, sabe do que estou tentando dizer... E por assim, sabem do quanto ele é bom o suficiente para desaprovar aquelas nossas vontades pecadoras de não querer ir à igreja, porque esta cansado; de não querer falar dele para os irmãos porque se sente envergonhado, afinal, lá no fundo da mente, descreve os acontecimentos do cotidiano, como destino, e por assim, era pra acontecer e pronto. Não é mesmo? Já se deparou em situações semelhantes? Existem muitas tentações, e todas tem um único proposito, lhe afastar de seu Pai, custe o que custar, elas tentam fazer você acreditar que tu és fraco para suportar a perda de seu criador terrestre, mas no dia-a-dia, lhe faz aprender a confortar a dor se tornando um também. Mas e o Pai (Deus)? Ah, estas tentações... Elas insistem de todas as formas lhe provar o quanto tu não precisa dele... Que és forte para continuar seguindo em frente, e que nada não passa de destino.


            E por assim, vos digo, Deus existe e estas a vir... Basta os quatros cantos do mundo saber de sua existência, que ele retornará de surpresa, sem avisar... Abraçando e beijando seus filhos, e por assim, ao olhar para aqueles que duvidaram de sua existência, ressaltará o quanto és tarde, para assim o reconhecer como o seu real criador.